terça-feira, 7 de outubro de 2008

O Nascimento de Vênus, Sarah Dunant
Postado: Mon, 06 Oct 2008 04:20:00 -0500
Florença, 1528. Duas freiras recebem como missão preparar a irmã Lucrezia para os ritos finais. Morta aparentemente por um tumor gigante no seio, seu corpo não mostra sinais da enfermidade. Sua única marca é a tatuagem no formato de uma serpente com o rosto de um homem, que intriga as religiosas e captura o leitor. Em O Nascimento de Vênus, Sarah Dunant refaz os passos de Lucrezia, na verdade Alessandra Cecchi, filha com aspirações artísticas de um rico comerciante florentino, ao mesmo tempo que reconstrói um dos mais formidáveis centros de cultura e arte da história da humanidade. Na busca pelos caminhos que levaram Alessandra a vestir o hábito e abandonar seus sonhos de amor e arte, Sarah Dunant pincela delicadamente uma tela com traços marcantes da Renascença italiana e abre a porta para um período negro de Florença. O ano é 1492 e o monge Savonarola se atreve a criticar os prelados romanos e a atacar a família mais poderosa da época: os Médici. Sua fervorosa pregação condena os princípios da cidade. O prazer na decadência e na destruição, a audácia na transgressão. Em meio ao tumulto sócio-político-cultural, um jovem pintor é contratado para fazer os afrescos da capela da família Cecchi. Seu envolvimento com a jovem Alessandra vai além do amoroso e ele logo se torna seu tutor no mundo de tintas e paletas. Através dos amantes, Sarah nos apresenta a adorável Plautilla, irmã de Alessandra, que só pensa em se casar com um homem rico; Erila, a cúmplice criada africana de Alessandra; e a signora Cecchi, que tenta encorajar a filha a levar adiante a paixão pela arte. Com uma escrita fluente e exuberante descrição de cores e texturas da cidade italiana do século XV, O Nascimento de Vênus chegou ao topo das listas de mais vendidos no mundo todo e foi comparado à Moça com brinco de pérola, de Tracy Chevalier. TEXTO EXTRAÍDO DE MEGAALEXANDRIAebooks.

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ANGÚSTIA

As minhas angústias
São amargas
Como o polém...
Elas vivem negras
E tem gosto de açúcar.
As minhas angústias
adormecem somente minhas.
Não navegam como o céu
Azul... turquesa, visto
Com outros olhos...
Detalhes de uma vida.
Vida apenas vista, enquanto
e padeço
Num sótão de alegrias
Mortas.

Um dia triste - 03/04/00 Xandy Britto

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