Kafka é um autor que representa o mundo pós-moderno, um mundo que mudou após a Segunda Grande Guerra, quando o consumismo exacerbado e a exploração do ser humano passaram aser tema de discussões de filósofos como os representantes da Escola de Frankfurt. Surgiram grandes movimentos de protesto nas décadas de 60 e 70 e, também as músicas de protesto.
“A Metamorfose” é uma das mais conhecidas obras de Franz Kafka. Foi escrita em 1912, quando o autor tinha 29 anos.
Na história, um homem acorda transformado em um inseto e precisa aprender a lidar com a nova situação.
Trata-se de uma revelação do desespero humano perante o absurdo e opressão do mundo.
1. A CERVEJA MATA?
Sim. Sobretudo se a pessoa for atingida por uma caixa de cerveja com garrafas cheias. Anos atrás, um rapaz, ao passar pela rua, foi atingido por uma caixa de cerveja que caiu de um caminhão levando-o a morte instantânea. Além disso, casos de infarto do miocárdio em idosos teriam sido associados as propagandas de cervejas com modelos boazudas.
2. O USO CONTINUO DO ALCOOL PODE LEVAR AO USO DE DROGAS MAIS PESADAS?
Não. O álcool é a mais pesada das drogas: uma garrafa de cerveja pesa cerca de 900 gramas.
3. CERVEJA CAUSA DEPENDÊNCIA PSICOLÓGICA?
Não. 89,7% dos psicólogos e psicanalistas entrevistados preferem uísque.
4. MULHERES GRÁVIDAS PODEM BEBER SEM RISCO?
Sim. Está provado que nas blitz a polícia nunca pede o teste do bafômetro pras gestantes. E se elas tiverem que fazer o teste de andar em linha reta, sempre podem atribuir o desequilíbrio ao peso da barriga.
5. CERVEJA PODE DIMINUIR OS REFLEXOS DOS MOTORISTAS?
Não. Uma experiência foi feita com mais de 500 motoristas: foi dada uma caixa de cerveja para cada um beber e, em seguida, foram colocados um por um diante do espelho. Em nenhum dos casos, os reflexos foram alterados.
6. A BEBIDA ENVELHECE? Sim. A bebida envelhece muito rápido. Para se ter uma idéia, se você deixar uma garrafa ou lata de cerveja aberta ela perderá o seu sabor em aproximadamente quinze minutos.
7. A CERVEJA ATRAPALHA NO RENDIMENTO ESCOLAR?
Não, pelo contrário. Alguns donos de faculdade estão aumentando suas rendas
com a venda de cerveja nas cantinas e bares na esquina.
8. O QUE FAZ COM QUE A BEBIDA CHEGUE AOS ADOLESCENTES?
Inúmeras pesquisas vinham sendo feitas por laboratórios de renome e todas
indicam, em primeiríssimo lugar, o garçom.
9. CERVEJA ENGORDA?
Não. Quem engorda é você.
10. A CERVEJA CAUSA DIMINUIÇÃO DA MEMÓRIA?
Que eu me lembre, não.
HQ/Stereo http://www.youtube.com/watch?v=ZC1U2w... January 30, 1969: The Beatles perform together for the last time, live, on the roof of Apple's London office. filmed for the documentary Let It Be. Featuring Billy Preston on Organ
Don't let me down Hey, don't let me down Don't let me down Don't let me down
Nobody ever loved me like she does Oo she does, yes she does And if somebody loved me like she do me Oo she do me, you she does
Don't let me down Hey, don't let me down Don't let me down Don't let me down
I'm in love for the first time Don't you know it's gonna last It's a love that lasts forever It's a love that had no past
Don't let me down Hey, don't let me down Don't let me down Don't let me down
And from the first time that she really done me Oo she done me, she done me good I guess nobody ever really done me Oo she done me, she done me good
Don't let me down Hey, don't let me down Don't let me down Don't let me down
I'm in love for the first time Don't you know it's gonna last It's a love that lasts forever It's a love that had no past
Don't let me down Hey, don't let me down Don't let me down Don't let me down Hey hey ah Don't let me down Categoria: Música Palavras-chave: Dont Let Me Down Live Last Concert Hq stereo
Sobre a obra ( Livroclip) Os Maias é obra-prima de Eça de Queirós, publicada em 1888.
No romance realista não faltam fatalismo, análise social, as peripécias e a catástrofe próprias do enredo passional. Esta obra é um retrato da sociedade contemporânea do autor, onde os valores que os nobres e pessoas de alta sociedade querem fazer transparecer são fachadas para as mais inacreditáveis situações. A educação exemplar de Carlos da Maia não o impediu de decair numa rua do Chiado.
A obra ocupa-se da história de uma família (Maia) ao longo de três gerações, centrando-se depois na última geração e dando relevo aos amores incestuosos de Carlos da Maia e Maria Eduarda. Mas a história é também um pretexto para o autor fazer uma crítica à situação decadente do país (a nível político e cultural) e à alta burguesia lisboeta oitocentista, por onde perpassa um humor (ora fino, ora satírico) que configura a derrota e o desengano de todas as personagens.
Quero escrever o borrão vermelho de sangue com as gotas e coágulos pingando de dentro para dentro. Quero escrever amarelo-ouro com raios de translucidez. Que não me entendam pouco-se-me-dá. Nada tenho a perder. Jogo tudo na violência que sempre me povoou, o grito áspero e agudo e prolongado, o grito que eu, por falso respeito humano, não dei.
Mas aqui vai o meu berro me rasgando as profundas entranhas de onde brota o estertor ambicionado. Quero abarcar o mundo com o terremoto causado pelo grito. O clímax de minha vida será a morte.
Quero escrever noções sem o uso abusivo da palavra. Só me resta ficar nua: nada tenho mais a perder.
” Postado por zaratustra às 8/25/2009 12:52 Blog Sarau para todos
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As minhas angústias São amargas Como o polém... Elas vivem negras E tem gosto de açúcar. As minhas angústias adormecem somente minhas. Não navegam como o céu Azul... turquesa, visto Com outros olhos... Detalhes de uma vida. Vida apenas vista, enquanto e padeço Num sótão de alegrias Mortas.