terça-feira, 17 de março de 2009

O blog de uma ilustradora



O blog da Elizabeth Teixeira traz algumas de suas obras. Vale a pena ver.













http://elisabethteixeira.blogspot.com/

sábado, 14 de março de 2009

Quem tem medo da lingua portuguesa? Corrigida pelo acordo ortográfico antigo.


Não podemos ver a nossa língua como um problema

A linguagem (várias formas de expressão) é construída pela sociedade. È comum ouvirmos as pessoas falando de outros, ou de si mesmas, que não sabem falar direito, ou não sabem escrever. Tais sugestões são impossíveis de acontecer para um falante e sua primeira língua. A explicação é simples: somos nós ,os falantes, que construimos a língua que falamos no momento em que a usamos e em toda a nossa vida.
Pode a linguagem existir sem uma sociedade que a utilize? Na minha concepção, baseada em meus estudos lingüísticos e sociais, não existe uma língua solta no ar, ou, melhor, escrita numa gramática do ano de 1500 ou em textos do grande Camões, por exemplo. Digo isto porque as gramáticas que existem por aí, ou, pelo menos, as mais conhecidas, usam o modelo de um português que não é mais usado por nós.
Em relação à fala, as críticas são sempre contundentes, ou seja, aquela pessoa fala errado, é uma ignorante. Pensem que nós não somos reprodutores de um tipo de língua, por exemplo, usada por um tipo de extrato social, portanto, usamos a língua do grupo ao qual pertencemos. A quem faz esses comentários, no mínimo por falta de conhecimento do que é a linguagem, pode-se perguntar: somos todos reprodutores de uma língua a nós impingida por alguns setores sociais ou por gramáticos de séculos passados? Certamente que não, já que a língua é viva, pois só existe nas relações sociais.
De acordo com Silva (1996), desde o Brasil Colônia houve um policiamento social em relação à oralidade brasileira e o cultivo de um ideal lusitanizante que, de certa maneira, perdura até nossos dias. Exemplo disto é o Parecer do Conselho Federal de Educação de 1975, de autoria de Abgar Renault, que propunha medidas para solucionar o problema do ensino a partir da aplicação de uma disciplina gramatical rigorosa, de acordo com princípios de concordância e regência exigidos pelo pensamento lógico, além do estabelecimento de normas para o controle da mídia e dos editores. Além disso, o mesmo Conselho, em 1976, criou uma comissão com o propósito de estudar a carência lingüística dos estudantes, bem como de propor medidas saneadoras.
Outra comissão foi criada pelo Ministério da Cultura, em 1986, para o aperfeiçoamento do ensino/aprendizagem da língua materna, gerando um documento intitulado “Diretrizes para o aperfeiçoamento do ensino/aprendizagem da língua materna” que sugeria propostas para o ensino de 1° e 2° graus, envolvendo o desenvolvimento de uma “língua de cultura”, ou seja, uma única língua em primeira instância, deixando-se, novamente, outras línguas relegadas ao ostracismo social.
Bakhtin, em seus estudos sobre a linguagem, chama a atenção para o fato de que existe um vínculo orgânico entre o uso da linguagem e a atividade humana, pois não falamos no vazio, os enunciados que produzimos estão sempre relacionados às esferas do agir humano, têm tema, organização composicional e estilos adequados às finalidades e condições de cada atividade realizada. Tal pensamento esclarece a complexidade existente nas práticas de linguagem bem como das atividades humanas e, conseqüentemente, à permanente mutação nos gêneros do discurso. Bakhtin, assim, dá importância à historicidade dos gêneros, ou seja, reconhece que estes não são fixos, imutáveis, mas sim sempre abertos à mudança e ao novo. Se uma esfera da atividade humana, por exemplo, torna-se mais complexa, o repertório desta se torna diferente do que era antes, além de ficar mais amplo. Os gêneros se hibridizam de forma contínua, mantendo, porém, certa similaridade e, desta forma, realizam importantes funções sociocognitivas, orientam nossa compreensão das ações dos outros e das nossas próprias ações.
Faraco (2003) explica que:


Tanto para Medvedev quanto para Bakhtin, envolver-se em uma determinada esfera da atividade implica desenvolver também um domínio dos gêneros que lhe são peculiares. Em outras palavras, aprender os modos sociais de fazer é também aprender os modos sociais de dizer.(Faraco, p.196).


Portanto, mesmo uma pessoa que domina bem sua língua pode se sentir incapaz em algum momento, em contato com uma esfera social desconhecida para ela justamente por não dominar o repertório deste gênero.
Bakhtin propõe, também, em seus estudos uma classificação dos gêneros em primários e secundários. Os primários seriam os da vida cotidiana como, por exemplo, a conversa familiar ou as narrativas espontâneas, entre outros. Os secundários aparecem em uma comunicação cultural mais elaborada como os usados nas atividades artísticas, científicas, políticas, filosóficas, jurídicas, de educação formal etc.
Soares (1986) considera:


... o ensino de língua materna, entre nós, vincula-se a uma pedagogia conservadora, que vê a escola como instituição independente das condições sociais e econômicas, espaço de neutralidade, de que estariam ausentes os antagonismos e as contradições de uma sociedade dividida em classes. Na verdade, é uma escola que se põe a serviço dessa sociedade, quando, no ensino da língua materna, elege o dialeto de prestígio, a que só têm acesso as classes dominantes, como a língua legítima, que usa e quer ver usada.A partir de tal pressuposto, a prática pedagógica julga a linguagem do aluno como errada em relação à norma, isto é, do dialeto de prestígio, impondo a substituição pura e simples do dialeto que o aluno utiliza, sem perceber as múltiplas determinações de uso de um dialeto.(Soares, p. 77)


Gnerre (1985, p.7) declara a esse respeito: “Os cidadãos, apesar de declarados iguais perante a lei, são, na realidade, discriminados já na base do mesmo código em que a lei é redigida”. Isto ocorre pelo fato da maioria dos cidadãos não ter acesso ao código ou ter possibilidade reduzida de acesso como conseqüência da norma pedagógica utilizada pela escola.
A par disso, o processo histórico que legitima uma variedade é complexo, porém de profundo interesse para os que trabalham em educação e com a formação de professores. A variedade culta é sempre associada à escrita, à tradição gramatical, inventariada em dicionários, além de portadora de uma tradição cultural e de uma identidade nacional. No processo de legitimação deve ser ressaltada a criação de mitos de origem como aconteceu no caso da instituição da gramática das línguas românicas, visando justificar sua superioridade em relação a outras variedades da época. Além disso, a língua descrita pelos gramáticos tem como função impor uma norma à diversidade, guardando seu poder político e cultural.
Desta forma, entende-se os motivos que levaram o Marquês de Pombal a definir o português como língua oficial e nacional do Brasil por meio do Diretório de 3 de maio de 1757, primeiro para o Pará e o Maranhão e, em 1758, estendido a todo o Brasil. Estava, então, ameaçado o português, pois já vigorava a língua oficial da costa (o tupinambá) nas escolas dos jesuítas e outras línguas indígenas eram utilizadas na intercomunicação familiar. Só na Constituição de 1988 é que foi feita uma modificação na caracterização da língua portuguesa, passando esta a língua oficial o que permitiu, então, que os povos indígenas, que usam mais de 170 línguas diferentes, passassem a usá-las como língua de berço, podendo alfabetizar em sua própria língua.
Assim, se as palavras encerram crenças e valores codificados pela classe dominante, imobilizadas na variedade padrão, esta variedade torna-se um instrumento de poder, legitimado também pela escola que serve aos interesses de tal classe, seja de forma consciente ou não.
Se as pessoas envolvidas no processo educativo tivessem conhecimento da origem das instituições sociais e o significado e funções destas fossem explicitados em cursos de formação, não haveria, por exemplo, a perpetuação do ensino de uma gramática normativa fora da ideologia de sua instituição.
Abaixo, uma grande e triste verdade.
Gnerre (1985, p.16) acrescenta: “A começar do nível mais elementar de relações com o poder, a linguagem constitui o arame farpado mais poderoso para bloquear o acesso ao poder”.
Joyce Sanchotene

sexta-feira, 13 de março de 2009

Conhece Portshead?

Reviver a Mafalda

Selo presente






Recebi do Bypoesia http://bypoesia.blogspot.com
Regras:

1. Indicar e linkar a pessoa que te indicou.
2. Postar as regras do selo/meme em seu Blog.
3. Indicar 3 festas ou baladas que te deram orgulho de ter participado.

Baladas:

1ª. Apresentação Do Luciano Pavarotti em Curitiba
2ª. Show do Paul Mcartney em Curitiba
3ª. Show do Pear Jam em Curitiba

Recomendo:


Repasso:
Luz de Luma
Bala Salgada
Lobo Reporter

terça-feira, 10 de março de 2009

Leila Dinis: a desbravadora




Leila Diniz
Ainda em tempo, trago uma dica de livro de uma mulher da qual muito ouvi falar e, mais tarde,pude assistiraos filmes dos quais participou. Até hoje tenho uma forte impressão pela desbravadora que foi.


Uma revolução na praia
Joaquim Ferreira dos Santos

Descrição

A história da mulher brasileira não pode ser escrita sem um capítulo inteiro dedicado a Leila Diniz (1945-72). Filha de um líder do Partido Comunista, ela foi protagonista da primeira produção de novela da Globo, em 1965; participou no cinema das comédias de Domingos Oliveira e dos filmes experimentais de Nelson Pereira dos Santos, no ciclo do desbunde. No teatro, estava na revista tropicalista Tem banana na banda. Leila teve um currículo de realizações artísticas expressivas em sua curta trajetória de 27 anos, mas nada se compara à contribuição que deixou para a história do comportamento feminino. Com sua espontaneidade e alegria, convicta na dedicação de se mover apenas pelo prazer e pela liberdade, ela ajudou a traçar um novo papel para a mulher na sociedade brasileira. Sempre sem discurso, sem palavras de ordem, sem colocar o homem como inimigo do projeto. É nesse contexto, de uma autêntica revolucionária, sobrevivente também de uma infância dramática, que o jornalista Joaquim Ferreira dos Santos apresenta a biografia da atriz, em um novo lançamento da coleção Perfis Brasileiros, coordenada por Elio Gaspari e Lilia M. Schwarcz. Desde a adolescência, em que Leila perambula pelos bares de Copacabana e Ipanema, até os dias em que foi julgada, num programa de TV, e condenada como nociva à sociedade, o autor conta as grandes passagens da vida da atriz. Na célebre entrevista concedida ao Pasquim (1969), figura de toalha amarrada na cabeça, escandalizando a sociedade e o governo militar por seus inúmeros palavrões e suas posições avançadas sobre sexo e comportamento. Em 1971, grávida, mostra a barriga na praia, mudando a moda e os modos. No teatro rebolado, vestia-se de vedete, maiô cheio de plumas. Abandonada pelas feministas, tachada de alienada pela esquerda e de vagabunda pela direita, Leila foi afastada da TV Globo, porque no entender da autora Janete Clair não havia papel de prostituta nas novelas seguintes. Sem trabalho, aceitou o convite para participar de um festival de cinema na Austrália. Na volta, morreu num acidente de avião, deixando uma filha de sete meses e o Brasil de luto. Um extenso caderno de fotos, e uma cronologia com os principais acontecimentos no Brasil e no mundo, mostram tudo sobre a "moça que", nas palavras de Carlos Drummond de Andrade, "sem discurso nem requerimento soltou as mulheres de vinte anos presas ao tronco de uma especial escravidão".
Detalhes
Título: Leila Diniz
Subtítulo: Uma revolução na praia
Autor: Joaquim Ferreira dos Santos
Editora: Companhia das Letras
Texto e foto extraidos de folhaonline

sexta-feira, 6 de março de 2009

selo presente









Recebi o selo acima da Luka e repasso aos blogs:



# Bala Salgada
# Bem Legaus!
blog da biabnac http://www.gifsdabac.blogspot.com
# Blog de Francisco Castro
# Blog do Catarino
# Canto dos Gatos
# Blog do Monthiel
# Brasileiros em Londres
# Blog do Professor Luis
# Blog do Ricky - Sem mais De...

Sigam os procedimentos usuais e não esaqueçam de colocar o link de quem ganhou o selo.

terça-feira, 3 de março de 2009

Livro infantil para download


Um livro da premiada escritora de livros infantis Ruth Rocha pode ser achado no blog Sótão das ideias:
sotaodasideias.blogspot.com

domingo, 1 de março de 2009

Poema com enya

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Sobre o professor


O Professor Está Sempre Errado

O material escolar mais barato que existe na praça é o professor! (Jô Soares)

É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia'.
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta ao colégio, é um 'caxias'.
Precisa faltar, é um 'turista'.
Conversa com os outros professores, está 'malhando' os alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama a atenção, é um grosso.
Não chama a atenção, não sabe se impor.
A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances do aluno.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.
Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.
O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, deu 'mole'.
É o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui, agradeça a ele.

(fonte - Revista do Professor de Matemática, no.36,1998.)

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Ganhei do kammad



Agradeço ao kammad do blog km-stressnet.blogspot.com pelo presente.Ofrereço aos seguintes blog. Abaixo estão as regras de utilização do selo.

babo10 do blog http://melhoresdaweb.com
Hélio jenne do blog http://heliojenne.blogspot.com
Cris do blog http://harmoniatotal.blogspot.com
Sandra Baroni do blog http://info.macros.com.br
Catarino do blog www.palavras.blog.br
J. Felipe do blog http://dihttcombraanotacoes.dihtt.com.br
Pedroeninha do blog www.oqueeisso.blog.br
O patifundio do blog http://www.opatifundio.com
Solange do examelias http://examelias.blogspot.com






Regras de utilização deste selo:
1º - Exiba no seu blog a imagem deste selo;
2º - Coloque o link do blog que o indicou como um dos seus preferidos;
3º - Indique, no mínimo, outros 10 blogs da sua preferência;
4º - Avise os blogs que indicar como seus preferidos;
5º - Confira, posteriormente, se os blogs que indicou repassaram a imagem deste selo juntamente com estas regras.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Você aprende: Paulo Autran lendo Shakespeare

selo mulheres bem resolvidas



Recebi da Berenice do blog Hora do receio e repasso a:


amostragratisj
nucciagaigher
patchula
sandreca
miguxa
mg-marcal
isma50
lizgusmão
artedecorpaula
sol-angelsen

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Os produtos chineses do mal







As fotos acima estão relacionadas ao post e contêm informações visuais descritas a seguir.


CHINA:atenção pessoal!


REPASSANDO

Leia a matéria abaixo (de origem portuguesa)

e tome o máximo cuidado.

--------------------------------------------------------------------------------

É IMPORTANTE LER ATÉ O FIM ONDE SE ENCONTRAM REFERÊNCIAS DE CÓDIGOS DE BARRA DE PAÍSES.



Está sendo anunciada na mídia a punição com

PENA DE MORTE

para chineses envolvidos na falsificação de leite produzido na China .

Actualmente estão cerca de 13.000 crianças hospitalizadas na China
Não interessa quanta Melamina é ingerida, o importante é que NÃO seja ingerida.

Quais os alimentos a evitar?
Lacticí­nios ou alimentos que contenham Melanina devem ser evitados.

Lembre-se, alimentos com natas ou leite devem ser evitados.

Que empresas estão a ser afectadas?
Acima as empresas afectadas com Melamina.

O que fazer?
Evite os produtos acima durante seis meses, pelo menos.
Se tem um snack bar, café ou restaurante, não venda lacticí­nios por enquanto.
Se tem crianças, mude para leite materno ou encontre outros substitutos.
Finalmente, divulgue esta informação, para que as pessoas conheçam os riscos de envenenamento por Melamina no leite.
O mundo está apreensivo com os produtos fabricados no mercado negro chinês.
Como se diferenciam os produtos chineses dos feitos noutros paí­ses?
Os primeiros 3 dí­gitos do código de barras indicam o paí­s onde foram feitos.
Todos os códigos de barras que se iniciem por 690, 691, 692 até 695 são Made in China , e os que começam por 471 são Made in Taiwan .

Actualmente, os fabricantes chineses sabem que os consumidores estão a evitar os produtos "made in China ", pelo que estão a esconder de onde vêm os produtos.
Contudo, pode utilizar a referência dos códigos de barras.
Lembre-se, se os 3 primeiros dí­gitos são entre o 690 e o 695, o produto foi feito na China .
00 ~ 13 EUA e CANADÁ
30 ~ 37 FRANÇA
40 ~ 44 ALEMANHA
49 ~ JAPÃO
50 ~ REINO UNIDO
57 ~ DINAMARCA
64 ~ FINLÂNDIA
76 ~ SUIÇA E LIECHENSTEN
628 ~ ARÁBIA SAUDITA
629 ~ EMIRADOS ÁRABES UNIDOS
740 ~ 745 - AMÉRICA CENTRAL
Todos os códigos 480 são produtos feitos nas Filipinas.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Uma das escritora mais lidas do gênero policial



Patricia Highsmith
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Patricia Highsmith (Fort Worth, Texas, 19 de Janeiro de 1921 - Locarno, Suíça, 4 de Fevereiro de 1995) foi uma escritora estado-unidense famosa pelos seus thrillers criminais psicológicos. Tornou-se mundialmente famosa por Strangers on a Train, que teve já várias adaptações para cinema, a mais famosa de Alfred Hitchcock em 1951, e pela série Ripliad com a personagem Thomas Ripley. Escreveu também muitas histórias curtas, frequentemente macabras, satíricas ou tingidas de humor negro.

Sobre a obra:

Deep Water é um romance com temática de crime de Patricia Highsmith, publicado em 1957.

Traduzido sob o título de Águas Profundas, o livro fala sobre a vida doméstica de Vic Van Allen, um homem que vive numa pequena cidade chamada Little Wesley, casado com Melinda, uma bela e atraente mulher, com quem possui uma adorável filha, além de ser bem sucedido profissionalmente e ser reconhecido na cidade pela sua gentileza e idoneidade. Mas a sua mulher o trai deliberadamente e ele, além de todos os amigos do casal, tem consciência disso. A aparente normalidade do casal se desfaz à medida que os amantes de Melinda começam a ser assassinados e a autora guia o leitor através de uma tensa violência contida mostrando a angustiante vida tranqüila de uma família burguesa de meados da década de 1950 nos Estados Unidos.


A filmagem desta obra teve como protagonista o ator francês Alain Delon, na foto acima.

Outra obra importante é Carol,escrita sob o pseudônimo de Claire Morgan, que trata de um relacionamento entre duas mulheres. A obra é considerada uma das mais importantes da lingua inglesa do século XX.A maioria dos livros da autora já estão em formato de bolso, faceis de encontrar e com preços acessiveis.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Como a Grecia está presente em nossos dias

Tela "O nascimento de Venus" de Boticelli
Observe acima a obra “O Nascimento de Vênus” (1495), de Boticelli, que retrata divindades da mitologia grega como Vênus, Zéfiro e Flora e Hora. Esta obra foi feita numa época posterior ao culto dos deuses, chamada de Renascimento.









Deuses da mitologia grega



A mitologia grega compreende o conjunto de mitos, lendas e entidades divinas e/ou fantásticas, (deuses, semideuses e herois) presentes na religião praticada na Grecia Antiga, criados e transmitidos originalmente por tradição oral, muitas vezes com o intuito de explicar fenômenos naturais, culturais ou religiosos - como os rituais - cuja explicação não era evidente. As fontes remanescentes da mitologia grega são transcrições dessa oralidade. Nas suas varias lendas, historias e cânticos, os deuses da antiga Grecia são descritos como quase humanos em aparencia, porém imunes ao tempo e praticamente imunes a doenças e feridas, capazes de se tornarem invisiveis, de viajarem grandes distancias quase que instantaneamente e de falarem através de seres humanos sem o conhecimento destes. Cada um dos deuses tem sua propria forma física, genealogia, interesses, personalidade e sua propria especialidade. Atualmente, apenas o povo Kalasha, do Paquistão, mantém como religião viva o panteão grego. O espectro da mitologia grega é enorme. Abrange desde os crimes mais cruéis dos primeiros deuses e as sangrentas guerras de Tróia e Tebas, à infância de Hermes e o sofrimento de Deméter por Perséfone.
A civilização ocidental foi grandemente influenciada pela cultura grega em todos os aspectos, como em alguns dos exemplos a seguir.
Observe os nomes dos produtos, objetos ou lugares que têm nomes de deuses da mitologia grega e romana.

Minerva (sabão em pó)
Diana (açúcar)
Poseidon (filme)
Hera ( planta)
Apolo ( nave espacial).

A civilização ocidental foi grandemente influenciada pela cultura grega em todos os aspectos, como em alguns dos exemplos a seguir.
Observe os nomes dos produtos, objetos ou lugares que têm nomes de deuses da mitologia grega e romana.

Minerva (sabão em pó)
Diana (açúcar)
Poseidon (filme)
Hera ( planta)
Apolo ( nave espacial).

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Ambientes interativos virtuais





Entende-se que o sujeito nasce e é constituído como tal em um complexo caldo de heteroglossia e dialogização. Assim esse sujeito, no princípio, percebe a realidade lingüística como múltiplas vozes sociais que se realizam “em múltiplas relações dialógicas – relações de aceitação e recusa, de convergência e recusa, de convergência e divergência, de harmonia e de conflitos, de intersecções e hibridizações.” (Faraco, 2003, p. 80).
Bakthin define uma visão dialógica de mundo, ou seja, um diálogo entre existência e linguagem, entre mundo e mente, entre o que é dado e criado, que estão presentes nas discussões que faz sobre autoria, respondibilidade, mesmo e outro, mundo como experiência em ação, mundo como representação no discurso. Esses aspectos serão apresentados como conclusão deste trabalho, após a análise e estudo das comunidades virtuais de acordo com os pressupostos descritos acima. É interessante relembrar que em muitos lugares do mundo a alfabetização tradicional, que usa suportes mais simples do que os tecnológicos, ainda não chegou a resultados satisfatórios. Os suportes tecnológicos são, também, considerados intelectuais, já que promovem a experiência e a atribuição conceitual aos elementos utilizados.
Os estudos sobre questões de linguagem e de leitura, na formação de professores, perante a força de modelos discursivos não científicos, os quais orientam o ensino da língua no Brasil, bem como dos preconceitos lingüísticos e, por extensão, pedagógicos que são postos em todos os setores da sociedade, podem, também, ser equiparados à problemática da alfabetização digital com a qual a sociedade se depara neste momento. Considerando-se a função mediadora da tecnologia no processo de aprendizagem, torna-se primordial a discussão dos vários pressupostos teóricos relacionados a essa nova linguagem e não simplesmente a sua utilização como ferramenta. Por outro lado, são as crianças que dominam o assunto e conhecem todas as possibilidades do ambiente multimídia, dominando a sua utilização. Praticam várias experiências no ciberespaço, como, por exemplo, a formação e a participação em comunidades sociais que, por sua vez, pressupõem padrões, costumes e códigos sociais partilhados no ambiente.
Silva (2003) salienta:

É importante destacar que a tecnologia propriamente dita presente na Internet não é questionada pelas crianças enquanto aparato técnico, pois ela adquiriu uma determinada transparência que lhes permite lidar com pessoas, informações, jogos, serviços, aplicações e amigos. Por isso, é necessário considerar as implicações trazidas pela sua utilização sobre a percepção da realidade social, isto é, ao nos conectarmos com as informações por meio da Internet, estão ocorrendo mudanças externas, mas também internas. É fundamental reconhecer que o computador tornou-se um novo ambiente cognitivo.(Silva, 2003, p. 110)


Muitas são as considerações e estudos que se fazem necessários sobre os objetos informáticos, já que esses são imateriais e de existências virtuais, além de potencialmente interativos e, por tais motivos, são bem adaptados a uma pedagogia ativa.
Ainda sobre os ambientes interativos virtuais, é possível citar vários grupos de estudo e troca de experiências como, por exemplo, o Blogs Educativos, comunidades diversas formadas e interligadas por temas de estudo em várias áreas do conhecimento como o edudemocratica-Grupos, ou de interesse por notícias como o dHitt, redes de relacionamento como Orkut, Plaxo e muito mais.Joyce Sanchotene
Dicionário inFormal

O dicionário de português gratuito para internet, onde as palavras são definidas pelos usuários. Uma iniciativa de documentar on-line a evolução do português.
Não deixe as palavras passarem em branco, participe definindo o seu português!


http://www.dicionarioinformal.com.br/

Blog Ebooks Grátis
(http://www.gutenberg.org/

ANGÚSTIA

As minhas angústias
São amargas
Como o polém...
Elas vivem negras
E tem gosto de açúcar.
As minhas angústias
adormecem somente minhas.
Não navegam como o céu
Azul... turquesa, visto
Com outros olhos...
Detalhes de uma vida.
Vida apenas vista, enquanto
e padeço
Num sótão de alegrias
Mortas.

Um dia triste - 03/04/00 Xandy Britto

Dica de livros

Links legais

http://blogs.abril.com.br/agora

http://www.louvre.fr

http://marketinaweb.blogspot.com/

http://thirinhas.wordpress.com/

http://xandybritto.blogspot.com/

http://sandra-acasaenossa.blogspot.com

http://contoscantoseencantos.blogspot.com/

http://www.concursosliterarios.com.br

http://www.cbl.org.br/jabuti

http://www.ateliermeow.com

http://www.ultrapassandobarreiras.blogspot.com

http://escuteseusolhos.blogspot.com

http://www.neostesia.com

http://informlegal.blogspot.com/


http://marketing-na-web.blogspot.com

http://fatosetudo.blogspot.com

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